Liberdade ao Rock retorna com Cinerock Intinerante e comemora a cultura independente em Macapá
- juliarojanski
- há 1 dia
- 2 min de leitura
Atualizado: há 6 horas

A cena alternativa de Macapá tem encontro marcado no próximo 25 de julho, quando o projeto Liberdade ao Rock volta à Praça da Bandeira com mais uma edição do Cinerock Itinerante. A partir das 17h, o público poderá vivenciar uma programação que une música, audiovisual, arte e empreendedorismo criativo em um só espaço.
A proposta do evento é transformar a praça em um ponto de encontro para artistas, bandas autorais, produtores culturais e admiradores da cultura independente. Ao longo da tarde e da noite, a programação reúne apresentações musicais, mostra de cinema, discotecagem e um ambiente dedicado à valorização da produção artística local.
A abertura acontece às 17h, com o tradicional Palco Aberto, espaço voltado para novos talentos e apresentações espontâneas. Em seguida, às 18h, a discotecagem aquece o público para a Mostra de Cinema, que começa às 19h, levando produções audiovisuais ao ar livre. A noite segue com shows de bandas que movimentam a cena autoral amapaense. Às 20h, sobe ao palco a banda Hammer. Na sequência, às 21h, sobe no palco a Nova Ordem, e encerrando a programação musical, às 22h, acontece o show da banda O Sósia.
Além da programação artística, o evento contará com a Feira Alterna, coordenada por Sarah Ferreira, reunindo diversos expositores da arte independente, da cultura pop, do artesanato criativo, ilustrações, acessórios, publicações e outros trabalhos autorais, fortalecendo o mercado criativo local e aproximando o público dos artistas da região.
O Cinerock Itinerante reafirma a importância dos espaços públicos como palco para a cultura, incentivando a produção artística independente e promovendo o encontro entre diferentes linguagens, estilos e gerações. Com entrada gratuita, o evento será uma tarde e uma noite de muita expressão artística, consolidando o Liberdade ao Rock como um dos principais movimentos de valorização da cena alternativa no Amapá.
















Comentários