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Workshop debate literatura indígena e oralidade como saberes vivos na educação

  • juliarojanski
  • há 1 dia
  • 1 min de leitura

Nesta quinta-feira (12), terá um encontro dedicado à valorização dos saberes indígenas e ao fortalecimento de práticas educativas mais plurais e conectadas com a ancestralidade. O workshop “Literatura Indígena e Oralidade - Saberes que atravessam a escola” propõe uma reflexão profunda sobre o lugar da literatura indígena no ambiente escolar e sobre a oralidade como forma essencial de preservação da memória e da identidade dos povos originários.


A atividade contará com a condução das dinamizadoras Lúcia Tucuju e Cláudia Flor d’Maria, que irão compartilhar experiências, conhecimentos e perspectivas sobre como os saberes tradicionais podem dialogar com a educação formal. A proposta é ampliar olhares e incentivar práticas pedagógicas que reconheçam a oralidade como um instrumento legítimo de transmissão de conhecimento, história e pertencimento cultural.


Voltado a educadores, bibliotecários, estudantes de pedagogia e a todos que defendem uma educação comprometida com a diversidade e a valorização das culturas indígenas, o workshop reforça a importância de inserir narrativas originárias nos processos de ensino, contribuindo para a formação crítica e sensível dos estudantes.


O evento conta com o apoio da Secretaria de Cultura (Secult) e do Governo do Estado do Amapá, fortalecendo ações que promovem o reconhecimento dos saberes originários e o acesso democrático à cultura.


O encontro acontece às 15h, na Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda, localizada no Centro de Macapá, com entrada gratuita. A iniciativa reafirma o poder da palavra viva como elo entre escolas, territórios e gerações, mantendo pulsantes os saberes que atravessam o tempo e resistem na voz dos povos indígenas.

 
 
 

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