Festival Equinocial abre Mostras Competitivas com produções que comemoram a identidade e diversidade local
- juliarojanski
- 29 de jun.
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O cinema brasileiro produzido no Amapá ganha destaque a partir de hoje (29), com o início das Mostras Competitivas do Festival Equinocial. A programação reúne filmes produzidos no Amapá e na região transfronteiriça, levando ao público histórias que valorizam a ancestralidade, os saberes tradicionais, as culturas indígenas, a memória da população negra e os diferentes modos de vida da Amazônia.
A primeira sessão acontece às 19h, no Movieland Cinemas, com entrada gratuita, limitada à capacidade do espaço. Além de prestigiar as produções locais, o público terá papel fundamental na escolha das obras que avançarão para a etapa final do festival. Para que o voto seja validado, é necessário assistir à mostra completa, por isso a organização recomenda que os espectadores cheguem com antecedência.
A seleção de abertura apresenta uma diversidade de narrativas e olhares sobre o território amazônico. Entre os filmes estão "Tempo de Chuva", dirigido por Nani Freire; "As Aventuras do Mestre Banjo", de Lucas Carvalho; "Conhecimento dos Antigos: Cerâmica do Povo Palikur Arukwayene", com direção de Tiago Felício Batista; "Meu Roxinho", assinado por Andrew Rocha, Bruno Alexandre e Pedro Patrick; "Esse Rio é Minha Rua", de Roberval de Sousa e Silva; e "Heranças Negras: Memórias Vivas do Amapá – Pedro Bolão", dirigido por Brunna Silva.
As Mostras Competitivas seguem com sessões gratuitas sempre às segundas-feiras, às 19h, transformando o Movieland Cinemas em um ponto de encontro para quem deseja conhecer e valorizar o audiovisual produzido na região. A iniciativa reforça o compromisso do Festival Equinocial com a difusão da cultura amazônica e com o fortalecimento de cineastas que retratam, por meio de diferentes linguagens, as histórias, os saberes e a identidade do povo amapaense.
Além de exibir filmes, o festival convida o público a participar ativamente da valorização do cinema local, festejando a riqueza cultural do Amapá e a potência das narrativas que nascem às margens dos rios, nas comunidades tradicionais e nos diversos territórios que compõem a Amazônia.
O evento é aberto ao público e tem apoio da Secretaria de Cultura e do Governo do Estado do Amapá.




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