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Cia Treme Terra estreia no Amapá com espetáculo, oficinas e documentário sobre a cultura negra

  • juliarojanski
  • 29 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Hoje (29), a Cia Treme Terra deu início à sua primeira circulação no Amapá, marcando presença com programação cultural gratuita que une espetáculo, oficinas e documentário voltados à valorização da cultura negra. O grupo, referência nacional e internacional em dança afro-brasileira, estreou no estado com atividades que seguem até 9 de setembro, passando por Calçoene, Oiapoque e Macapá.


Com quase 20 anos de trajetória e experiências em países como Alemanha, Bolívia e Bulgária, a companhia chega ao Amapá com apoio da Bolsa Funarte de Dança Klauss Vianna – Ministério da Cultura, promovendo um encontro entre arte, ancestralidade e comunidades negras e quilombolas da Amazônia.


“O Amapá é um território novo para a companhia. Nunca estivemos aqui antes, e isso torna essa experiência ainda mais significativa. É uma oportunidade de troca e de encontro com culturas negras que carregam saberes potentes e próprios da região amazônica”, destacou João Nascimento, diretor e fundador da Cia Treme Terra.


Próximas apresentações


A programação segue nesta sábado (30), em Calçoene, com o espetáculo Terreiro Urbano, às 19h, no Espaço Verde. No domingo (31), também em Calçoene, haverá oficina de dança negra contemporânea, às 16h, e a exibição do documentário Danças Negras, às 18h.

Em Oiapoque, a companhia chega no dia 3 de setembro, com a apresentação de Terreiro Urbano, às 18h, no Quilombo do Patuazinho.


Já em Macapá, as atividades começam no dia 5 de setembro, às 15h, com a exibição do documentário na Universidade Federal do Amapá (Unifap). No dia 6, às 16h, ocorre oficina de dança no Espaço UNA, e nos dias 8 e 9 de setembro, o público poderá assistir ao espetáculo Terreiro Urbano, às 19h, no Espaço Cangapé.



Criado em 2011, Terreiro Urbano faz uma releitura contemporânea dos rituais das religiões de matriz africana, ativando arquétipos dos orixás como símbolos de resistência e cura. Já o documentário Danças Negras, resultado de oito anos de pesquisa, reúne importantes nomes das artes do corpo e do movimento negro, como Makota Valdina, Mestre Lumumba e Kabengele Munanga.


As oficinas gratuitas de dança negra contemporânea completam a programação, com foco na troca de saberes corporais afro-diaspóricos. As inscrições seguem abertas online pelo link disponível no Instagram da companhia.




 
 
 

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